Para as pessoas com demência, a tecnologia, para além de reduzir os riscos para a saúde e o bem estar, promove o contacto, a comunicação e a criatividade, elementos essenciais nas relações que, por sua vez, são a chave para se viver bem com a demência.
Maria Parsons tem experiência profissional em trabalho social. Ela desempenhou funções de técnica e gerente em Londres e Oxford e mais tarde mudou-se para Oxford Brookes University, onde se tornou responsável pelo Curso de Serviço Social. Depois disso, foi nomeada Diretora do Centro de Demência de Oxford, um dos primeiros centros de desenvolvimento de serviços para a demência no Reino Unido. Mais recentemente, Maria foi Diretora do Centro para prestação de cuidados na demência de Londres do University College London. Atualmente é Diretora da Fundação ARTZ no Reino Unido.
Maria Parsons trabalhou extensivamente com pessoas com demência, familiares e funcionários dos serviços de saúde, conselhos locais, organizações voluntárias e independentes para melhorar a qualidade dos cuidados às pessoas com demência. Ela liderou projetos para o desenvolvimento de estratégias nos cuidados à demência, modalidades de cuidados, serviços, design e tecnologia no contexto dos cuidados de longa duração. Foi nesse âmbito que esteve também envolvida na pesquisa de teatro interativo para as pessoas com demência, tanto no Reino Unido como nos EUA. Atualmente dedica-se à escrita de livros sobre a importância dos alimentos na demência e as estratégias para se viver bem com a demência. É, também, membro do grupo Editorial do Journal of Dementia Care.






